O poder dos contos no resgate da alma feminina
Os contos são mapas antigos que atravessaram séculos porque descrevem movimentos internos que todas vivemos: o chamado, o excesso, a perda, o retorno, a renovação.
Psicóloga clínica, Mentora e Facilitadora de Grupos Terapêuticos
Por que contos?
Os contos são mapas antigos que atravessaram séculos porque descrevem movimentos internos que todas vivemos: o chamado, o excesso, a perda, o retorno, a renovação. Ao ouvir um conto, algo em nós lembra e essa memória vira bússola.
Três forças dos contos
- Simbolizam o indizível: aquilo que não sabemos explicar ganha imagem. A imagem abre caminho para a palavra, e a palavra abre caminho para a ação.
- Normalizam a travessia: não é “só comigo”. Há padrões humanos e há saídas possíveis.
- Oferecem rito e medida: cada história guarda limiares (“agora basta”) e preços (“se eu ficar, perco a pele”), ajudando a recolocar limites.
O conto Pele de Foca, Pele da Alma nos mostra que abandonamos a “pele” (ritmos, quietude, mar interno) para nos adaptar e com isso perdemos vitalidade. Nos convoca a recuperar a pele, dizer não a excessos e sim àquilo que nos nutre.
O que pode mudar no seu dia a dia
- Menos culpa, mais critério. Você aprende a dizer “não” com respeito e a só dizer “sim” quando pode sustentar.
- Energia de volta. Ao resgatar sua pele, a entrega melhora em casa e no trabalho.
- Voz própria. A história externa vira história interna bem contada, e isso muda escolhas.
Vem para o Encontro do Conto – Pele de Foca, Pele da Alma.
Vamos do conto à prática, com exercícios, partilha e um plano simples para a semana.
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