Comunicação

Escuta ativa

A importância de ouvir com interesse real, suspender certezas absolutas e abrir espaço para compreender o outro.

GF
Glaucia Freitas

Psicóloga clínica e coach

É muito comum quando ouvimos o outro a falar de alguma situação e logo iniciamos a falar da nossa situação, como se a sua história fosse mais importante do que a do outro, exemplo:

Um amigo fala:

“Ontem senti uma dor de cabeça”, ao invés de ter interesse pelo o que outro está dizendo e perguntar como foi a dor? Tem sido frequente essa dor?

A pessoa além de não ter a escuta ativa ainda começa a falar da sua dor: “Tenho sentido muita dor de cabeça, a minha é do lado direito…”

Quando você pensa que as suas verdades são verdades absolutas, está na hora de parar e refletir a respeito das suas opiniões. Como você costuma conversar com as pessoas? Só você fala ou você também tem uma escuta ativa? Você realmente ouve o que as pessoas falam e se interessa pelo que elas estão a falar? Você precisa se colocar no lugar do outro, você não é o dono da verdade!

Com a ajuda de um psicólogo é possível identificar as experiências e os pensamentos que provocam algum trauma, tais como o medo, a depressão, a ansiedade, a insegurança, o que conduz a identificar e a encarar de frente as diferentes emoções que podem conduzir à cura.

O objetivo da terpaia é identificar padrões de comportamento e pensamentos, crenças e hábitos que estão na origem do problema, ajuda a ampliar a coinsciência através da fala, da expressão verbal, assim os problemas diluem, a mente fica limpa e organizada.